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Inteligência artificial · Na prática · 7 min de leitura

Segurança em apps com IA: injeção de prompt e outros riscos

Textos vindos de páginas, e-mails ou documentos podem conter instruções escondidas para o modelo. Veja os principais riscos e como se defender.

Página/e-mail → Agente: conteúdoconteúdoAgente → Ação perigosa: sem defesassem defesasSeparar dados → AgentePermissões → AgenteConfirmação → Ação perigosa: barrabarraPágina/e-mail — instrução escondidaPágina/e-mailinstrução escondidaAgente — lê o conteúdoAgentelê o conteúdoAção perigosa — vazar, apagarAção perigosavazar, apagarSeparar dados — de instruçõesSeparar dadosde instruçõesPermissões — mínimasPermissõesmínimasConfirmação — humanaConfirmaçãohumana

Arraste para o lado para ver o diagrama inteiro.

Nenhuma defesa sozinha resolve: combine separação de conteúdo, permissões mínimas, validação e confirmação para ações com efeito.

Injeção de prompt

Na injeção direta, o usuário tenta mudar as regras do sistema (“ignore as instruções anteriores”). Na indireta, mais perigosa, a instrução vem de um conteúdo que o agente lê — uma página, um PDF, um e-mail — e tenta levá-lo a vazar dados ou executar ações.

Outros riscos (OWASP)

  • Vazamento de dados sensíveis em respostas ou logs.
  • Saída do modelo usada sem validação (por exemplo, executada como código ou SQL).
  • Permissões excessivas para ferramentas e agentes.
  • Dependência excessiva: aceitar respostas sem verificação.

Defesas

  • Trate todo conteúdo externo como dado, nunca como instrução; marque claramente o que é conteúdo.
  • Dê às ferramentas só as permissões necessárias e isole a execução de código.
  • Valide e filtre a saída antes de usá-la.
  • Peça confirmação humana para ações irreversíveis e registre tudo.

Em resumo

Referências

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