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Inteligência artificial · Arquiteturas · 6 min de leitura

Hooks em agentes: regras que rodam em cada evento

Hooks são comandos ou funções que o ambiente do agente executa automaticamente em momentos definidos — antes de usar uma ferramenta, depois dela, ao terminar — para validar, bloquear ou registrar.

Agente → Hook “antes”Hook “antes” → Ferramenta: permitidoFerramenta → Hook “depois”Hook “depois” → ResultadoHook “antes” → AuditoriaHook “depois” → AuditoriaAgente — pede ferramentaAgentepede ferramentaHook “antes” — valida/bloqueiaHook “antes”valida/bloqueiaFerramenta — executaFerramentaexecutaHook “depois” — formata, testaHook “depois”formata, testaResultado — volta ao agenteResultadovolta ao agenteAuditoria — logs, alertasAuditorialogs, alertas

Arraste para o lado para ver o diagrama inteiro.

O hook “antes” pode negar a chamada (e explicar o motivo ao agente); o “depois” pode, por exemplo, formatar o arquivo editado ou rodar os testes.

Por que hooks

Instruções no prompt são sugestões; o modelo pode esquecê-las. Hooks são código determinístico que o ambiente sempre executa. Exemplos: impedir comandos destrutivos, exigir testes depois de editar código, formatar arquivos, registrar cada ação ou notificar quando a tarefa termina.

Eventos típicos

  • Antes de usar uma ferramenta: validar argumentos, bloquear caminhos sensíveis.
  • Depois da ferramenta: verificar o resultado, rodar linter/testes.
  • Ao receber o pedido do usuário: acrescentar contexto ou filtrar dados.
  • Ao terminar: resumir, notificar, salvar memória.

Ferramentas de agentes de programação, como o Claude Code, expõem esses eventos numa configuração em JSON.

Boas práticas

  • Hooks rodam com as suas permissões: trate as entradas como não confiáveis e revise scripts de terceiros.
  • Seja rápido: hooks lentos travam cada passo do agente.
  • Quando bloquear, devolva uma mensagem clara para o agente corrigir o rumo.

Em resumo

Referências

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