Pular para o conteúdo

Inteligência artificial · Na prática · 6 min de leitura

Técnicas de prompt que funcionam

Instruções claras, contexto, exemplos e formato de saída definido melhoram muito as respostas — sem truques mágicos.

Papel e objetivo → LLMContexto → LLMExemplos → LLMFormato → LLMLLM → RespostaPapel e objetivo — quem e para quêPapel e objetivoquem e para quêContexto — dados, públicoContextodados, públicoExemplos — poucos e variadosExemplospoucos e variadosFormato — JSON, tópicosFormatoJSON, tópicosLLMLLMResposta — verificávelRespostaverificável

Arraste para o lado para ver o diagrama inteiro.

Cada bloco reduz a ambiguidade: o modelo não precisa adivinhar objetivo, público nem formato.

O básico que mais rende

  • Seja específico: diga o objetivo, o público e o que não quer.
  • Dê contexto: cole os dados relevantes em vez de esperar que o modelo saiba.
  • Mostre exemplos (few-shot) do formato e do tom desejados.
  • Defina a saída: “responda em JSON com os campos…”, “em até 5 tópicos”.
  • Separe as partes com marcações claras (títulos ou tags) para o modelo não confundir instrução com conteúdo.

Raciocínio passo a passo

Pedir para o modelo pensar em etapas antes da resposta final (chain-of-thought) melhora tarefas de lógica e matemática. Modelos de raciocínio já fazem isso internamente; nos demais, peça o raciocínio separado da resposta.

Itere como engenharia

Monte um pequeno conjunto de casos de teste, mude uma coisa por vez e compare. Um prompt bom é aquele que acerta nos seus exemplos — não o que parece bonito.

Em resumo

Referências

Continue aprendendo

Todos os temas de inteligência artificial →