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Arquitetura de software · Comunicação · 6 min de leitura

DNS: como um nome vira um endereço IP

O caminho de uma consulta DNS — do cache do navegador ao servidor autoritativo — e por que TTL, registros e propagação importam em produção.

Navegador → Resolvedor: exemplo.com?exemplo.com?Resolvedor → Raiz: 11Resolvedor → Servidor .com: 22Resolvedor → Autoritativo: 3 · IP3 · IPNavegador — cache localNavegadorcache localResolvedor — provedor ou 1.1.1.1Resolvedorprovedor ou 1.1.1.1Raiz — quem cuida de .com?Raizquem cuida de .com?Servidor .com — quem cuida do domínio?Servidor .comquem cuida do domínio?Autoritativo — registro A / AAAAAutoritativoregistro A / AAAA

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Cada resposta vem com um TTL; o resolvedor guarda em cache e as próximas consultas param no passo 1.

O caminho da consulta

O navegador e o sistema operacional olham o próprio cache. Se não houver resposta, perguntam a um resolvedor recursivo (do provedor de internet ou público). Ele pergunta à raiz, que indica os servidores do TLD (.com, .br); estes indicam os servidores autoritativos do domínio, que finalmente respondem com o IP.

Registros que você vai usar

  • A / AAAA: nome → IPv4 / IPv6.
  • CNAME: apelido para outro nome (não pode ficar na raiz do domínio).
  • MX: servidores de e-mail; TXT: verificações, SPF, DKIM, DMARC.
  • NS: quais servidores são autoritativos para a zona.

TTL e mudanças em produção

O TTL diz por quantos segundos uma resposta pode ficar em cache. Antes de uma migração, reduza o TTL (por exemplo, para 300 s) com antecedência; depois da troca, aumente de novo. “Propagação” é só caches expirando. O DNS também serve para distribuir carga (vários IPs, GeoDNS) e para failover, mas reage na velocidade do TTL.

Em resumo

Referências

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