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Arquitetura de software · Confiabilidade e segurança · 7 min de leitura

CI/CD e estratégias de deploy: blue-green, canário e feature flags

Integrar e testar cada mudança automaticamente e levá-la à produção com pouco risco — e voltar atrás rápido quando algo dá errado.

Commit → CICI → ArtefatoArtefato → CanárioCanário → MétricasCanário → Produção: saudável? ampliasaudável? ampliaCommit — pull requestCommitpull requestCI — build + testesCIbuild + testesArtefato — imagem versionadaArtefatoimagem versionadaCanário — 5% do tráfegoCanário5% do tráfegoMétricas — erros, latênciaMétricaserros, latênciaProdução — 100%Produção100%

Arraste para o lado para ver o diagrama inteiro.

O mesmo artefato testado vai para todos os ambientes; a liberação é gradual e guiada por métricas.

CI e CD

Integração contínua: cada mudança entra no ramo principal com frequência e dispara build e testes automáticos. Entrega contínua: o ramo principal está sempre pronto para produção; deploy contínuo vai além e publica sozinho. Gere o artefato uma vez e promova o mesmo binário entre ambientes.

Estratégias de deploy

  • Rolling: troca as instâncias aos poucos.
  • Blue-green: dois ambientes completos; o tráfego muda de uma vez e volta de uma vez.
  • Canário: uma fatia pequena de usuários recebe a versão nova; métricas decidem se amplia ou reverte.
  • Feature flags: o código vai para produção desligado e é ativado por configuração, separando deploy de lançamento.

Como medir

As métricas DORA resumem a saúde da entrega: frequência de deploy, tempo da mudança até produção, taxa de falha das mudanças e tempo para restaurar o serviço. Equipes de alto desempenho fazem deploys pequenos e frequentes — risco menor por mudança, correção mais rápida. Migrações de banco precisam ser compatíveis com a versão anterior (expandir, migrar, contrair).

Em resumo

Referências

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